domingo, 5 de outubro de 2014

Mesa Nacional aprova proposta do Bloco Plural de tornar Comissão Política mais democrática e aberta

A Mesa Nacional do Bloco de Esquerda aprovou, no passado sábado, uma proposta para que a composição da Comissão Política do Bloco passe a respeitar o princípio de proporcionalidade; isto é, para que neste órgão de direção estejam representadas as várias moções e opiniões que existem dentro do Bloco, consoante a votação que tenham conseguido em Convenção Nacional

Até hoje, a Comissão Política tem sido um órgão onde apenas estão representantes da moção mais votada na Convenção, mas face a aprovação da proporcionalidade essa situação pode mudar, já a partir da próxima Convenção. Assim, a Comissão Política do Bloco tornar-se-á mais aberta, mais dialogante, mais democrática e mais plural.

Esta era uma proposta defendida na moção Bloco Plural, Fator de Viragem e que foi apresentada, na última reunião da Mesa Nacional, pelos camaradas Pedro Filipe Soares, Joana Mortágua e Mariana Aiveca, todos proponentes desta Moção.

A alteração aos Estatutos que obriga a que a Comissão Política seja aberta a representantes das várias moções do Bloco foi aprovada com 27 votos a favor, 4 abstenções e 22 votos contra, entre eles, os dos atuais coordenadores, João Semedo e Catarina Martins.

Ainda que a proposta não tenha tido o voto favorável dos atuais coordenadores, o que conta é que teve o acolhimento da maioria dos membros da Mesa Nacional, fazendo com que esta proposta seja agora levada a discussão na Convenção Nacional de Novembro como proposta da Mesa Nacional.

A ser aprovada em Convenção, como julgamos que será, o Bloco terá órgãos de direção mais abertos e representativos das várias opiniões, em vez de continuar com uma Comissão Política fechada e representativa apenas de uma opinião.

Estamos certos que assim caminhamos na direção correta: valorizar as diferentes opiniões é o que fará de nós um Bloco mais forte e unido!


1 comentário:

  1. A votação do Semedo/Catarina só demostra quem afinal está no BE para uma democracia aberta e sem papões. Deixem a UDP em paz e não tentem po-la a fazer coisas que não são verdade e só servem para intimidar as pessoas.

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